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jelly Tomas
e0fa8291fe I am chudding out 2026-05-03 11:29:26 +01:00
jelly Tomas
3225a90f1e I am chudding out 2026-05-03 11:28:49 +01:00
jelly Tomas
553f6ece60 I am such a chub. *splaps big fat belly.* 2026-05-02 22:44:49 +01:00
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@@ -65,9 +65,8 @@ Todas as chaves foram criadas no mesmo computador, com as variáveis que estão
neste código. Aspetos importantes para mais tarde serão os parâmetros de Comon Name (CN)
pois servem para a validação do certificado ambos pelo OpenSSL e pelo browser.
Nós optamos por assumir que num cenario real, teriamos acesso fisico ás maquinas, por isso em vez
de utilizar, por exemplo SCP ou FTP, escolhemos partilhar os ficheiros a partir da maquina host. No entanto outra abordagem também estaria correta.
%John LIMBUS HIMSELF
Nós optamos por assumir que num cenário real, teríamos acesso físico às máquinas, por isso em vez
de utilizar, por exemplo SCP ou FTP, escolhemos partilhar os ficheiros a partir da máquina host. No entanto, outra abordagem também estaria correta.
\begin{codeblock}[bash]{create\_all\_keys.sh}
cert_ca="/C=PT/ST=Coimbra/L=Coimbra/O=UC/CN=CoimbraVPN"
@@ -549,23 +548,25 @@ openssl ca -revoke user.crt -config cheese.cfg -keyfile ca.key -cert ca.crt
\section{Teste Integrado}
%What we already do everything right?????
Para validar, efetuámos um teste integrado englobando todos os requisitos:
\begin{enumerate}
\item Na máquina \textit{Road Warrior}, iniciámos a ligação OpenVPN fornecendo o certificado de cliente e, como password, a concatenação da password do utilizador com o código TOTP gerado pelo \textit{Google Authenticator}.
\item O \textit{Gateway} OpenVPN verificou o certificado cliente contra o servidor OCSP e validou o TOTP, permitindo o estabelecimento do túnel.
\item Através do túnel VPN, acedemos ao endereço \texttt{https://10.60.0.1} no browser.
\item O servidor Apache solicitou o certificado X.509 do utilizador e validou a sua autenticidade e estado de revogação no OCSP.
\item Finalmente, o Apache apresentou a página de login para o segundo fator, onde inserimos as credenciais e o código TOTP, concedendo acesso à página interna protegida.
\end{enumerate}
\section{Conclusão}
% Conclusão!!!!
Atingimos o objetivo deste trabalho: conseguimos configurar o túnel VPN,
o \textit{two-factor authentication} em múltiplos serviços, e conseguimos gerir o ciclo de vida dos
certificados emitidos através de uma CA própria e OCSP. Utilizar mais máquinas para simular um cenário
maior seria redundante e apenas exigiria a emissão de mais certificados, não acrescentando muito ao nível de aprendizagem.
Atingimos o objetivo deste trabalho, conseguimos configurar o VPN tunnel,
o two-factor authentication e conseguimos criar e retirar acesso aos
certificados que emitimos. Utilizar mais maquinas para simular um cenario
maior seria redundante, teriamos que emitir mais certificados mas não iamos
aprender muito mais. Se fossemos aplicar o que fizemos no trabalho anterior
podiamos dar DROP aos pacotes que não nos interessa nesta cenario,
e implementar suricata para identificar possiveis ataques nos serviços.
%È estranho que para uma cadeira de cybersegurança nós implementamos
%pouca you know segurança.
% Para aprofundar (???) yeah
Aplicando conhecimentos de trabalhos anteriores,
poderíamos aplicar políticas mais restritas nas \textit{iptables} (ex: regras de DROP aos pacotes indesejados),
e implementar ferramentas como o Suricata para identificar possíveis anomalias e ataques aos serviços.
\end{document}